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Richemont sobe vendas 20% no primeiro trimestre com joalharia a crescer 24%

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Richemont sobe vendas 20% no primeiro trimestre com joalharia a crescer 24%
Foto de Slavan no Unsplash

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A Richemont, dona da Cartier, reportou vendas de 6,3 mil milhões de euros no trimestre terminado a 30 de junho de 2026, uma subida de 20% a taxas de câmbio constantes. As casas de joalharia cresceram 24% e o resultado superou o consenso de analistas de 5,90 mil milhões de euros. As ações subiram 5,3%.

A Richemont, dona da Cartier, anunciou esta quarta-feira vendas de 6,3 mil milhões de euros no primeiro trimestre do seu exercício fiscal, encerrado a 30 de junho de 2026, o que representa uma subida de 20% a taxas de câmbio constantes e de 17% a taxas de câmbio reais face ao período homólogo.

O desempenho ficou acima das estimativas dos analistas, que apontavam para 5,90 mil milhões de euros, segundo o consenso compilado pela Visible Alpha. As ações do grupo suíço subiram 5,3% na sessão europeia desta quarta-feira, de acordo com dados de mercado.

O crescimento foi impulsionado pelas quatro casas de joalharia do grupo — Buccellati, Cartier, Van Cleef & Arpels e Vhernier —, cujas vendas conjuntas aumentaram 24% a taxas constantes. Trata-se do sétimo trimestre consecutivo de crescimento de dois dígitos neste segmento, que superou largamente a subida de 11,5% antecipada pelos analistas.

Os relojoeiros especializados registaram um aumento de 8%, com melhoria sequencial face ao trimestre anterior, enquanto a divisão "Outros", que inclui as casas de moda e acessórios, avançou 9%.

A empresa indicou que as vendas subiram em todas as regiões, com aumentos de dois dígitos na Europa, nas Américas, na Ásia-Pacífico e no Japão. No Médio Oriente e África, o grupo regressou ao crescimento. Nas Américas, a progressão acelerou sequencialmente para 27%, sustentada pela procura local, de acordo com o comunicado da Richemont.

Todos os canais de distribuição registaram crescimento, liderados pelo retalho, que subiu 24% a taxas constantes.

Os resultados surgem numa altura em que o setor do luxo europeu tem enfrentado uma procura irregular na Ásia. A Richemont apresenta habitualmente os números de vendas trimestrais sem detalhar margens ou lucros, que são divulgados nos relatórios semestral e anual.

Perguntas frequentes

Quanto vendeu a Richemont no primeiro trimestre?

6,3 mil milhões de euros no trimestre encerrado a 30 de junho de 2026, mais 20% a taxas de câmbio constantes e 17% a taxas reais face ao período homólogo.

Que divisão puxou pelo crescimento?

A joalharia. As casas Buccellati, Cartier, Van Cleef & Arpels e Vhernier aumentaram vendas 24% a taxas constantes, no sétimo trimestre consecutivo de crescimento de dois dígitos.

Como reagiram as ações?

As ações da Richemont subiram 5,3% na sessão europeia de 15 de julho de 2026, depois de as vendas superarem o consenso de analistas de 5,90 mil milhões de euros.

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