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Ouro encaminha-se para o primeiro ganho mensal em cinco meses após decisão da Reserva Federal

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Ouro encaminha-se para o primeiro ganho mensal em cinco meses após decisão da Reserva Federal
Foto de Scottsdale Mint no Unsplash

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O ouro subiu para cerca de 4.080 dólares por onça na quinta-feira e encaminha-se para fechar julho com uma valorização superior a 2%, o primeiro ganho mensal em cinco meses. A subida foi apoiada por um dólar mais fraco, pela decisão da Reserva Federal e pelas tensões no Médio Oriente.

O ouro segue a caminho de encerrar julho com uma valorização superior a 2%, o que representaria o primeiro ganho mensal do metal precioso em cinco meses. Na quinta-feira, a cotação subiu para cerca de 4.080 dólares por onça, prolongando o avanço de aproximadamente 2% registado na véspera.

A subida foi sustentada pela desvalorização do dólar norte-americano e pela procura de ativos considerados refúgio, num momento em que os investidores digeriam a decisão da Reserva Federal de manter as taxas de juro inalteradas e acompanhavam a escalada das tensões no Médio Oriente, segundo a Yahoo Finance.

O ouro, que não paga juros, tende a beneficiar de um dólar mais fraco e de perspetivas de política monetária menos restritiva, uma vez que estes fatores reduzem o custo de oportunidade de deter o metal face a ativos que geram rendimento.

Apesar do desempenho positivo em julho, a cotação atual permanece bastante abaixo do máximo histórico de 5.597,23 dólares por onça, alcançado a 29 de janeiro de 2026. O metal tinha encadeado quatro meses consecutivos de perdas antes da recuperação registada este mês.

A evolução do ouro nas próximas semanas deverá continuar dependente da trajetória do dólar, das expectativas quanto aos próximos passos da Reserva Federal e do desenrolar das tensões geopolíticas.

Perguntas frequentes

Quanto valia o ouro?

Na quinta-feira, a cotação do ouro subiu para cerca de 4.080 dólares por onça, prolongando o avanço de cerca de 2% registado na véspera.

O ouro está num máximo histórico?

Não. Apesar da subida em julho, a cotação permanece abaixo do máximo histórico de 5.597,23 dólares por onça, alcançado a 29 de janeiro de 2026.

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