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Richemont aumenta vendas trimestrais 20% com joalharia a superar previsões
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A Richemont comunicou vendas de 6,3 mil milhões de euros no trimestre encerrado a 30 de junho de 2026, uma subida de 20% a taxas de câmbio constantes e de 17% a taxas reais. O consenso da Bloomberg apontava para 11%. A joalharia cresceu 24% a taxas constantes, com o Japão a liderar por região, com 36%.
O grupo suíço de luxo Richemont, proprietário da Cartier, comunicou um crescimento de 20% das vendas a taxas de câmbio constantes no primeiro trimestre do seu exercício fiscal, encerrado a 30 de junho de 2026, quase o dobro da previsão de consenso da Bloomberg, que apontava para 11%.
De acordo com o comunicado da empresa, as vendas totalizaram 6,3 mil milhões de euros no período de abril a junho, o que corresponde a uma subida de 17% a taxas de câmbio reais face ao mesmo trimestre do ano anterior.
A divisão de joalharia foi o principal motor do desempenho. As vendas destas casas — que incluem a Cartier, a Van Cleef & Arpels, a Buccellati e a Vhernier — aumentaram 24% a taxas constantes e ascenderam a 4,73 mil milhões de euros, mais 21% a taxas reais. Segundo a Richemont, trata-se do sétimo trimestre consecutivo de crescimento de vendas de dois dígitos na joalharia, com ganhos transversais a marcas, regiões e canais de distribuição.
Em termos geográficos, o Japão registou a maior progressão, com um aumento de 36% a taxas constantes, seguido das Américas, com 27%, e da região Ásia-Pacífico, com 21%. A área designada por "Outros", que integra as casas de moda e acessórios, cresceu 9% face ao período homólogo.
A divulgação dos resultados foi feita na quarta-feira e contribuiu para sustentar o setor do luxo na bolsa europeia, num dia em que o índice Stoxx Europe 600 encerrou com uma subida de 0,1%, com os ganhos das cotadas do luxo compensados por perdas nos setores mineiro e das telecomunicações.
Perguntas frequentes
Quanto cresceram as vendas da Richemont?
As vendas subiram 20% a taxas de câmbio constantes e 17% a taxas reais, para 6,3 mil milhões de euros, no trimestre encerrado a 30 de junho de 2026. O consenso da Bloomberg apontava para um crescimento de 11%.
Que divisão puxou o crescimento?
A joalharia, que inclui a Cartier, a Van Cleef & Arpels, a Buccellati e a Vhernier, com vendas de 4,73 mil milhões de euros e um aumento de 24% a taxas constantes, no sétimo trimestre consecutivo de crescimento de dois dígitos.
Que regiões registaram maior crescimento?
O Japão liderou, com uma subida de 36% a taxas constantes, seguido das Américas, com 27%, e da região Ásia-Pacífico, com 21%.
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